sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Casamento dos Bixos - Opção de Chácara I [Habib]

Chácara Primavera, proximo ao Bar Tozan, depois do S, no Village (Barão).
Fotos do local aqui, aqui e aqui e abaixo as que dá pra ver bem o local


piscina à noite (como estaremos no casamento :P)


casa + piscina


casa


piscina


gramado + casa


varanda da casa + gramado


piscina durante o dia + banheiros ao fundo


ah ! vocês já entenderam né ? :P


fotos retiradas do perfil de eventos da cooperativa do saber, tiradas no churrasco tradicional do cursim.


obs: é recomendado ir ao local o quanto antes, pois demora cerca de um mês pra fechar o contrato com a dona. e o local tem mais verde do que mostram essas fotos que eu escolhi :D

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Polaróides (In)visíveis - Aninha, Marília e Meire.


É só clicar nas fotos que dá pra ler o q tá escrito! ^^




terça-feira, 16 de setembro de 2008

Polaróides Invisíveis - Alexandre e Paulo

Olhes pela janela e verás um belo jardim. Ali poderia ser ministrada uma aula prática sobre botânica, para alunos de ensino médio, sendo abordado conhecimentos sobre briófita, pteridófita, gimnosperma e angiosperma.

“Polaroides (in)visíveis”

Polaróides Invisíveis - Thiago (05), Marseille, Pedro Maia (Paluce)

Luiz Fernando da Silva Batista , Danilo Reali Ponciano Machado , Gustavo Pavesi Aguiar


Polaróides (in)visíveis Aline Dalmolin - 074607 - Paula Russini - 083976 -



Polaroides - Raabe M. Gabriel

Onibus 269 - Campinas
Rod. Dom Pedro
Tapetão

Polaróides (in)visíveis - Queila RA 082521 e Thamara RA 084622



Polaróides (in)visíveis Aline Dalmolin - 074607 - Paula Russini - 083976 -




Polaróides (in)visíveis Aline Dalmolin - 074607 - Paula Russini - 083976 -




Polaróides (in)visíveis - Queila RA 082521 e Thamara RA 084622



BÁRBARA RA:080762, GUSTAVO RA:081565, FERNANDA ROSSI RA:085849.

Semestre passado, os integrantes do nosso grupo precisavam realizar uma discussão sobre um determinado trabalho; assim, resolveram se reunir na Unicamp. O local, nesta vez, não foi premeditado, foi apenas sugerido, já que estávamos próximos ao mesmo.
Este local nos surpreendeu imensamente; presenciamos um tempo inquestionavelmente raro: uma brisa leve nos tocava a pele, as nuvens pareciam desenhos esculturais, e o sol... Aquele crepúsculo estava completamente atraente, com aquela mistura de cores fantásticas, que aparecem, principalmente, ao entardecer. Realmente aquele lugar nos chamou muito a atenção e mais do que isso nos cativou.
Sabíamos que não poderíamos falar sobre o tempo, já que este não é uma constante e sim, uma variável a cada momento. Concentramos-nos, portanto, nos artefatos concretos que podem ser apreciados, daquele lugar.Decidimos, então, fixar as nossas polaróides neste local: nos bancos laterais da Biblioteca Central.





A escolha do local: Bancos da Biblioteca Central




Retratamos assim, o estacionamento aos fundos da Biblioteca Central, o qual retrata classes sociais e o constante movimento, daquela parte; o Teatro de Arena, em oposição ao estacionamento, que reflete a liberdade de expressão, na forma da arte da grafite; as Pichações, que acontecem ao redor de onde estão os bancos – estas representam uma outra forma de liberdade de expressão; e ainda, o Ginásio Multidisciplinar, o qual é cede de diferentes manifestações culturais. A partir disso, criamos a nossa Polaróide Invisível:

Legenda:

"Olhe a sua direita; confira a variedade de automóveis que ilustram a predominância de uma classe social mais favorecida."

"Opostamente, veja uma forma de liberdade de expressão, com uma variedade de cores e formas, que retratam a vitalidade do Teatro de Arena."

"Olhe ao seu redor; perceba outros atos de liberdade de expressão; estas, muitas vezes julgadas como ações de vandalismo, que degradam a preservação do espaço cultural."

"Vire-se para trás e veja a grandeza do homem e sua imensidão cultural."










Polaróides (in)visíveis - Queila RA 082521 e Thamara RA 084622



Polaróide Invisível (Alinne Cardoso, Ana Carolina Crivelin, Melissa Zakia)



Muitas pessoas passam diariamente pelo Instituto de Biologia e não reparam na construção ao lado, que deveria ser uma Biblioteca. Devido a problemas no projeto arquitetônico a obra precisou ser paralisada. Segundo o que dizem, o teto é muito baixo para uma biblioteca, facilitando a destruição de todo o acervo bibliográfico em um incêndio e não há conexão entre os andares. Reza a lenda que no fim da construção uma das engenheiras ficou presa, e como não havia escada para sair ela se atirou do segundo andar, sofrendo uma morte trágica. Seu espítiro ficou preso no local até hoje, sendo a construção chamada pelos estudantes de Biblioteca Fantasma.

Polaroides (in)visíveis: Thiago, Pedro Henrique e Marseille ( Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica)





Polaróides (in)visíveis - Danilo Poso Volet R.A.:083410