quarta-feira, 17 de setembro de 2008
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Polaróides Invisíveis - Alexandre e Paulo
| Olhes pela janela e verás um belo jardim. Ali poderia ser ministrada uma aula prática sobre botânica, para alunos de ensino médio, sendo abordado conhecimentos sobre briófita, pteridófita, gimnosperma e angiosperma. “Polaroides (in)visíveis” |
BÁRBARA RA:080762, GUSTAVO RA:081565, FERNANDA ROSSI RA:085849.
Este local nos surpreendeu imensamente; presenciamos um tempo inquestionavelmente raro: uma brisa leve nos tocava a pele, as nuvens pareciam desenhos esculturais, e o sol... Aquele crepúsculo estava completamente atraente, com aquela mistura de cores fantásticas, que aparecem, principalmente, ao entardecer. Realmente aquele lugar nos chamou muito a atenção e mais do que isso nos cativou.
Sabíamos que não poderíamos falar sobre o tempo, já que este não é uma constante e sim, uma variável a cada momento. Concentramos-nos, portanto, nos artefatos concretos que podem ser apreciados, daquele lugar.Decidimos, então, fixar as nossas polaróides neste local: nos bancos laterais da Biblioteca Central.

Legenda:
"Olhe a sua direita; confira a variedade de automóveis que ilustram a predominância de uma classe social mais favorecida."
"Opostamente, veja uma forma de liberdade de expressão, com uma variedade de cores e formas, que retratam a vitalidade do Teatro de Arena."
"Olhe ao seu redor; perceba outros atos de liberdade de expressão; estas, muitas vezes julgadas como ações de vandalismo, que degradam a preservação do espaço cultural."
"Vire-se para trás e veja a grandeza do homem e sua imensidão cultural."
Polaróide Invisível (Alinne Cardoso, Ana Carolina Crivelin, Melissa Zakia)

Muitas pessoas passam diariamente pelo Instituto de Biologia e não reparam na construção ao lado, que deveria ser uma Biblioteca. Devido a problemas no projeto arquitetônico a obra precisou ser paralisada. Segundo o que dizem, o teto é muito baixo para uma biblioteca, facilitando a destruição de todo o acervo bibliográfico em um incêndio e não há conexão entre os andares. Reza a lenda que no fim da construção uma das engenheiras ficou presa, e como não havia escada para sair ela se atirou do segundo andar, sofrendo uma morte trágica. Seu espítiro ficou preso no local até hoje, sendo a construção chamada pelos estudantes de Biblioteca Fantasma.













